O Próximo Capítulo
O Próximo Capítulo é um acompanhamento de 8 semanas para quem, depois dos 50, ficou sem chão com uma mudança que não escolheu, e quer sair da indefinição com um plano seu para os próximos anos. Sem ter de fingir que está tudo bem. Sem começar do zero.
30 minutos · online · sem custo e sem compromisso · resposta no próprio dia
Mediadora familiar certificada · anos a acompanhar pessoas em transições familiares

O espelho
Chegam-me pessoas com a vida aparentemente resolvida. Casa, reforma ou carreira estável, filhos criados. E dizem-me coisas como:
Depois de trinta anos a ser a mulher dele e a mãe deles, acordei e não sei quem sou sem esse papel.
Toda a gente me diz “agora aproveita”, e eu não sei o que é aproveitar.
Tenho vergonha de dizer que não estou bem. Com tudo o que tenho, parece ingratidão.
Ando a decidir coisas pequenas para não ter de decidir as grandes: a casa, o dinheiro, onde vou viver.
Faço de conta que está tudo bem para não preocupar ninguém. À noite cai-me tudo em cima.
Se leu alguma destas frases e sentiu que podia ter sido sua, continue a ler. Não está sozinha nisto, e não é tarde.
O que ninguém diz
Durante décadas, a vida teve estrutura porque havia um papel a cumprir: o casamento, os filhos, a carreira, os pais. As decisões grandes eram tomadas em função de alguém. Havia sempre quem precisasse.
Depois o papel acaba. Por uma separação, uma reforma, a saída dos filhos, uma perda. E o que fica é tempo, algum conforto e uma pergunta que ninguém ensinou a responder: e agora, o que é que eu quero?
Ter muito e não ter direcção não é ingratidão nem fraqueza. É o que acontece a quem passou trinta anos a ser necessária e nunca teve espaço para ser escolhida, nem por si própria.
O custo de continuar a adiar
A indefinição não dói de repente. Instala-se. Primeiro são os dias que passam iguais. Depois é o círculo social que encolhe, porque os amigos eram os amigos do casal ou do trabalho. Depois é a sensação de que a vida já aconteceu toda e o que falta é esperar.
Quem chega a esta página costuma viver assim há seis meses a dois anos. Não é uma crise. É um adiamento das três decisões que ninguém lhe pediu para tomar: a casa, o dinheiro, e o que fazer com os próximos vinte anos.
Aos 58 anos há mais anos pela frente do que os que passaram desde os 30. A pergunta não é se ainda vai a tempo. É com que plano.
Contra-narrativa
«Já não tenho idade para começar nada.»
Começa-se melhor depois dos 55 do que aos 30: com critério, com recursos e sem ter de provar nada a ninguém. O que falta não é idade, é estrutura.
«Depois de anos a cuidar dos outros, não sei dar prioridade a mim.»
Não é egoísmo. É a única forma de os próximos vinte anos serem seus e não as sobras do papel antigo. E aprende-se, com método, não com força de vontade.
«Já tentei: li livros, falei com amigos, fiz terapia.»
Os conselhos de amigos são bem-intencionados e genéricos. A leitura dá ideias, não dá plano. A terapia olha para trás quando é preciso; isto olha para a frente. O que falta não é compreender o passado, é decidir o futuro e dar o primeiro passo com alguém ao lado.
O programa
Um acompanhamento individual, online, de sessões de 60 minutos ao longo de 8 semanas, com um exercício curto entre sessões. Estruturado por etapas, pensado para quem tem mais de 50. Não é um curso, não é uma palestra, não é um grupo de motivação.
O que ficou para trás, o que fica e o que já não serve. Pôr nome ao que aconteceu sem ficar lá a viver.
O que quer de facto, sem ser em função de ninguém. As três decisões grandes postas em cima da mesa, uma de cada vez.
Um plano de 90 dias, um projecto escolhido e o primeiro passo dado antes da última sessão, com acompanhamento, não sozinha.
Prova
Onde estava: «Andava a decidir coisas pequenas para não decidir as grandes.»
O que mudou em 8 semanas: Em oito semanas tinha a casa decidida e um projecto a que chamo meu.
O que faz agora: Hoje acordo com um plano para a segunda-feira.
Onde estava: «Sentia vergonha de dizer que não estava bem.»
O que mudou em 8 semanas: Pus nome ao que ficou para trás e escolhi o que quero levar daqui para a frente.
O que faz agora: Voltei a pintar, algo que adiei trinta anos.

Isabel Vicente
Trabalho Social Integrado · Coaching & Mentoring
Biografia
Perfil Profissional da Isabel
A Isabel é uma especialista em trabalho social integrado que apoia pessoas e sistemas familiares a navegar por mudanças profundas utilizando metodologias de coaching e mentoring.
A sua abordagem profissional combina vários anos de prática técnica com uma visão humanizada, estando focada em obter resultados práticos e em promover a harmonia nas relações.
Tendo formação internacional e vasta experiência em contextos sociais complexos, a Isabel ajuda a transformar os desafios das famílias em oportunidades reais de crescimento e harmonia. A sua atuação faz-se a nível local, garantindo assim um acompanhamento próximo e de elevada qualidade aos seus clientes.
«A minha missão é guiar cada cliente rumo a um equilíbrio sustentável, unindo a técnica do trabalho social à eficácia do coaching e da mentoria.»
Isabel Vicente
As credenciais que sustentam a sua prática incluem:
Perguntas frequentes
É acompanhamento estruturado por etapas, com um documento concreto no fim. Cada sessão termina com uma decisão ou um passo, não com uma reflexão. Se ao fim da primeira sessão paga sentir que é teoria, devolvo as restantes.
Conversa de Clareza
2 minutos. Servem para eu chegar à conversa a saber onde está.
Na minha agenda. Online, à hora que lhe der jeito.
Sai com clareza sobre a sua fase e o próximo passo, comigo ou sem mim.